You called me after midnight,
must have been three years since we last spoke.
I slowly tried to bring back,
the image of your face from the memories so old.
I tried so hard to follow,
but didn't catch the half of what had gone wrong,
said "I don't know what I can save you from."
I asked you to come over, and within half an hour,
you were at my door.
I had never really known you,
but I realized that the one you were before,
had changed into somebody for whom
I wouldn't mind to put the kettle on.
Still I don't know what I can save you from.
Não é meu cabelo mais curto, nem teu velho novo jeito
muito menos teu novo trabalho.
alguma coisa grande mudou.
aquele enorme buraco preto entre a gente se criou.
Dizem que faz parte da vida.
Dizem que é normal.
Inevitavelmente, hora ou outra a gente acaba se perdendo.
A gente se perde mesmo que um dia a gente tenha achado que seria difícil de viver sem o outro.
mas é fácil.
é sempre tão mais fácil se deixar perder.
no meio das memórias, das histórias passadas.
tudo o que foi e não vai mais ser.
Talvez tenha cansado. Cansado de tentar entender teu eterno luto.
Luto por um morto que não teve funeral e todas as outras coisas que nunca tiveram explicação. Todas as certezas perdidas no copo vazio de gin.
Todos os silêncios, antes confortantes, soam como o grito estridente do vazio que toma forma.
A forma da lacuna entre eu e você.
Cumprimentos de quem nem mais se olha
Olhos, tantas vezes inundados, agora secos... como a folha esquecida dentro do teu livro.
e folha, seca, quebra fácil.
knog of convenience - I don't know what I can save you from
terça-feira, janeiro 15, 2008
quarta-feira, novembro 21, 2007
Contagem regressiva
Mais três páginas até quinta e o semestre terá extra-oficialmente acabado.
será que dá?
será que dá?
quinta-feira, outubro 18, 2007
segunda-feira, setembro 03, 2007
lá nos idos de 2005
eu te li.
e li nossos velhos emails.
senti saudade e eu ri.
ri, não do que a gente dizia ou sentia.
ri, porque lembrei que nunca te contei o final da história.
a história aquela da gorda alternativa.
é.
ela teve um fim. daqueles, assim, de sessão da tarde.
uma hora eu te conto.
uma hora eu ultrapasso a barreira da 'distância' mais uma vez e te escrevo.
uma hora eu paro de frescura, não me nego e te conto o final que faltou.
e li nossos velhos emails.
senti saudade e eu ri.
ri, não do que a gente dizia ou sentia.
ri, porque lembrei que nunca te contei o final da história.
a história aquela da gorda alternativa.
é.
ela teve um fim. daqueles, assim, de sessão da tarde.
uma hora eu te conto.
uma hora eu ultrapasso a barreira da 'distância' mais uma vez e te escrevo.
uma hora eu paro de frescura, não me nego e te conto o final que faltou.
sexta-feira, julho 27, 2007
amor antigo...
Dia desses, tava um daqueles frios que gelava até os olhos
e chovia, chovia muito.
foi numa daquelas semanas em que deve ter chovido pelo menos uns quatro dias seguidos.
ao lado da janela, com a cara colada no vidro, que embaçava com o ar saído do nariz, olhava a chuva cair no silêncio da noite de junho.
e hoje, que o sol ilumina as paredes do quarto, toca o que nunca deixo de ouvir. e a canção foi buscar, no fundo da memória, a lembrança daquele dia umidamente pesado.
meio óbvio, é.
mas não me cansa.
kings of convinience - parr-à-pluie
e chovia, chovia muito.
foi numa daquelas semanas em que deve ter chovido pelo menos uns quatro dias seguidos.
ao lado da janela, com a cara colada no vidro, que embaçava com o ar saído do nariz, olhava a chuva cair no silêncio da noite de junho.
e hoje, que o sol ilumina as paredes do quarto, toca o que nunca deixo de ouvir. e a canção foi buscar, no fundo da memória, a lembrança daquele dia umidamente pesado.
meio óbvio, é.
mas não me cansa.
kings of convinience - parr-à-pluie
domingo, maio 20, 2007
Vida Diet
Me habituei a essa coisa do não dizer. Afinal, é da minha conta, não da sua, não?
Falar sempre dá trabalho, exige, às vezes, explicações.
Explicações que nem sempre tenho estômago para dar. Falta paciência, falta tempo, falta eloquência.
Falta 'alimentação' mais equilibrada, talvez.
Aí eu não digo e nem você entende, mas aí fica tudo assim, na desimportância.
Porque, se eu não explico para que que você entenda, certamente é porque não faz diferença, certo?
Se não faz diferença, você não tem por que se importar.
Então, fica tudo aqui, só importante pra mim.
e nós seguimos nesse subentendido acordo:
finjo não ter o que dizer, enquanto você fingir que está tudo bem.
pato fu - vida diet
Falar sempre dá trabalho, exige, às vezes, explicações.
Explicações que nem sempre tenho estômago para dar. Falta paciência, falta tempo, falta eloquência.
Falta 'alimentação' mais equilibrada, talvez.
Aí eu não digo e nem você entende, mas aí fica tudo assim, na desimportância.
Porque, se eu não explico para que que você entenda, certamente é porque não faz diferença, certo?
Se não faz diferença, você não tem por que se importar.
Então, fica tudo aqui, só importante pra mim.
e nós seguimos nesse subentendido acordo:
finjo não ter o que dizer, enquanto você fingir que está tudo bem.
pato fu - vida diet
terça-feira, maio 08, 2007
notas
preciso aprender a costurar.
é isso e ponto.
cansei dessa palhaçada toda.
e amanhã tem eu e o wando na unitv. é. eu sou uó fazendo passagem, mas um dia eu aprendo. Calmem, o mauro vai me gravar tudo em cd... aí eu coloco nos utube pros amigos e pros metidos também.
sim, né, eu sei que você está aqui.
rá
:D
é isso e ponto.
cansei dessa palhaçada toda.
e amanhã tem eu e o wando na unitv. é. eu sou uó fazendo passagem, mas um dia eu aprendo. Calmem, o mauro vai me gravar tudo em cd... aí eu coloco nos utube pros amigos e pros metidos também.
sim, né, eu sei que você está aqui.
rá
:D
domingo, maio 06, 2007
relativismo
eu sempre penso nisso, sabe?
sentir demais e não sentir nada têm quase o mesmo resultado...
sentir demais e não sentir nada têm quase o mesmo resultado...
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